8ºConcurso on-line Doralice Silva de Poemas de Saudade
Uma Nota somente para retificar.
Quando enviamos o relatório para Irismarqueks, comunicando que seu porma Saudade Recortada ficaria em epígrafe em todos os certificados ele - e não ela - solicitou-nos retificação.
Como ao fazer a ficha cadastral não se identificou como sexo masculino, colocamos "A autora" no relatório.
Feita a retificação, comunico que os certificados de Participação serão enviados a todos os internautas que não lograram classificação final.
maura
aos 27 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
BLOG PREMIADO
Caros
amigos,
Hoje
pela manhã, (26/10/2012) ao abrir o PC deparei-me com um Prêmio ao meu blog “Lachascona”
que tem como Patrono o amado poeta chileno Pablo Neruda, que dispenso
apresentações, dada a notoriedade do mesmo.
Este Prêmio
só foi concedido mediante indicação da escritora e poetisa Eloah Naschenweng. Uma
das regras é a pessoa agraciada citar quem a indicou.
Pois
bem, a partir deste momento posso exibir o selo de qualidade no blog. Uma
espécie de ISO 9000. Não tem?
Pois
é. Há, porém, regras a ser cumpridas.
Vejam
como.
PRÊMIO
DARDOS – SELO DE QUALIDADE
Cópia
do Blog da Eloah:
www.alemdosfragmentos24x7.blogspot.com
“O Prêmio Dardos foi criado pelo
escritor espanhol Alberto Zambade que, em 2008, concedeu no seu blog Leyendas
de “El Pequeño Dardo” o primeiro Prêmio Dardo a quinze blogs selecionados por
ele. Ao divulgar o prêmio, Zambade solicitou aos blogs premiados que também
indicassem outros blogs ou sites considerados merecedores do prêmio. Assim a
premiação se espalhou pela Internet.
Segundo o seu criador, o Prêmio
Dardo destina-se a “reconhecer os valores demonstrados por cada blogueiro
diariamente durante seu empenho na transmissão de valores culturais, éticos,
literários, pessoais etc., demonstrando, em suma, a sua criatividade por meio
do seu pensamento vivo que permanece inato entre as suas palavras”.
As regras do prêmio estabelecem
que os indicados, depois de dizerem quem os presenteou, poderão exibir no seu
blog/site o selo do prêmio e deverão indicar outros dez, quinze ou vinte blogs
ou sites que preencham os requisitos acima para o recebimento do prêmio.”
Não
posso fugir da regra estabelecida. Entretanto, não será neste momento que
indicarei outros blogs, pois tenho que ter tempo para dar mais uma viagem por
eles e, então, indicarei.
Caros
amigos e amigas, blogueiros e blogueiras, vez ou outra vou dar uma “ispiada”
nos seus blogs e depois indicarei.
Certo?
Maura
Aos 26
de outubro de 2012.
domingo, 7 de outubro de 2012
UM ANO SEM LICINHO
UM ANO SEM ELE
Hoje, 7 de outubro de 2012, em que muitas pessoas já, a esta altura da manhã, sairam de casa para exercer o sagrado cumprimento de votar em coisas melhores para a nossa cidade, lembro do nosso amado Licinho, o Adelicio Manoel Campos, cujo grande e abençoado coração deixou de bater, entristecendo todos seus amigos, familiares e os poetas do Grupo de Poetas Livres, Grupo este que participou com zelo e dedicação, como tudo que fazia na vida.
Licinho deixa saudade, mas a certeza de que deve estar poetando num plano astral elevado,como elevada era sua alma.
Sempre quando toco no nome dele (que me chamava de Primeira Dama), vem lágrimas de um sentimento misto de tristeza e saudade. Somos egoistas, bem sei, em querermos ficar com as pessoas queridas por perto, mas os designios de Deus são diferentes e Ele puxa pelo fio prateado aqueles que quer mais cedo ao Seu lado.
Para deixar latente nossa admiração por este poeta que em vida terrena não pode lançar livros, assim o fizemos postumamente. "Lascívia", o título, cuja renda da venda dos exemplares foi e é totalmente da família.
Nosso amigo poeta, Carlos Piccoli, em determinada página do livro, postou o seguinte pensamento para homenagear nosso Licinho. Como os poemas de Licinho eram poemas que puxavam para a sensualidade, assim Carlos o homenageia:
TURBULÊNCIA
Sinto em meu corpo
teu afagar suave
carícias de momentos
desejos inigualáveis
Múrmúrios quebrando silêncio
beijos ansiosos
descortinando atrevimentos
Êxtase vem a passos largos
corpos inquietos
coração às vezes calmo
outras acelerado, por certo
dentro do peito arfante
feliz pula de contentamento.
[In: Lascívia, pág.47, 2012]
É isso, o coração acelera, as lágrimas afloram, mas o sentimento do carinho a este abençoado poeta, continua.
Maura Soares, aos 7 de outubro de 2012, 08.55h
| Maristela,Maria da Anunciação,Zeli,Cacildo,Eunice,Doralice,Maura,Sinval e Licinho | ,numa das reuniões do GPL |
Hoje, 7 de outubro de 2012, em que muitas pessoas já, a esta altura da manhã, sairam de casa para exercer o sagrado cumprimento de votar em coisas melhores para a nossa cidade, lembro do nosso amado Licinho, o Adelicio Manoel Campos, cujo grande e abençoado coração deixou de bater, entristecendo todos seus amigos, familiares e os poetas do Grupo de Poetas Livres, Grupo este que participou com zelo e dedicação, como tudo que fazia na vida.
Licinho deixa saudade, mas a certeza de que deve estar poetando num plano astral elevado,como elevada era sua alma.
Sempre quando toco no nome dele (que me chamava de Primeira Dama), vem lágrimas de um sentimento misto de tristeza e saudade. Somos egoistas, bem sei, em querermos ficar com as pessoas queridas por perto, mas os designios de Deus são diferentes e Ele puxa pelo fio prateado aqueles que quer mais cedo ao Seu lado.
Para deixar latente nossa admiração por este poeta que em vida terrena não pode lançar livros, assim o fizemos postumamente. "Lascívia", o título, cuja renda da venda dos exemplares foi e é totalmente da família.
Nosso amigo poeta, Carlos Piccoli, em determinada página do livro, postou o seguinte pensamento para homenagear nosso Licinho. Como os poemas de Licinho eram poemas que puxavam para a sensualidade, assim Carlos o homenageia:
"Que nosso amor "soe" sempre como um hino
Com ritmo, intervalos, constância
Em encontros, píncaros Divinos
Como orquestra, de bateria e violino
Que o descanso seja por exageros
Que não haja exageros de descansos."
(Carlos Piccoli)
Então, da obra "Lascívia" destaco o poema a seguir.TURBULÊNCIA
Sinto em meu corpo
teu afagar suave
carícias de momentos
desejos inigualáveis
Múrmúrios quebrando silêncio
beijos ansiosos
descortinando atrevimentos
Êxtase vem a passos largos
corpos inquietos
coração às vezes calmo
outras acelerado, por certo
dentro do peito arfante
feliz pula de contentamento.
[In: Lascívia, pág.47, 2012]
É isso, o coração acelera, as lágrimas afloram, mas o sentimento do carinho a este abençoado poeta, continua.
Maura Soares, aos 7 de outubro de 2012, 08.55h
domingo, 30 de setembro de 2012
FESTA EM FAMILIA
| Márcia,Pedro,Paulo,Leuzi e Mateus |
| Márcia,Terezinha e Estela |
Familia que se preza é assim: reune-se para aniversários, batisados, casamentos, primeiros anos das crianças,natal, ano novo,feriados, formaturas enfim, quando há prenúncio de uma boa mesa regada a cerveja e vinho e, sobretudo, gostosas gargalhadas, lá estão os Soares, festeiros como eles só.
Então, neste fim de semana(29 de setembro de 2012) aconteceu uma feijoada comemorativa a dois aniversários, de Estela e Mariza.
O que tivemos? Uma deliciosa feijoada preparada pelo mestre-cuca da família, Lauro.
Risos, brincadeiras, sessão com fotos antigas que levei, mais risos e gozações.
Entrega de presentes às aniversariantes, conversas e muita alegria.
Posto umas fotos batidas com a minha Samsung que já está pedindo aposentadoria(a máquina,claro).
Então, para a familia apreciar e lembrar os momentos alegres. Aí estão.
Ainda não estou mansa em alinhar as fotos. Sorry.
Maura,em 30 de setembro 2012.
| Lila,Mariza,Tereza,Mauro |
| Sessão de fotos antigas |
| Hora da bóia. O cozinheiro e a aniversariante |
| Lauro e Mateus |
| Beatriz,Zeula,Leuzi e Maura |
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Saudades imensas
SAUDADES IMENSAS
Para aquele que tem nome de Luar.
Pensa-se na morte, mas não se quer nada com ela, mas ela está aqui, ali, rondando, espreitando todos, jovens, adultos,crianças, bonitos,sarados, artistas, cientistas, todos, todos um dia irão.
Não há como fugir.
Então, há umas três semanas, tomei um choque que custei a me recuperar. Tive a notícia do passamento de uma pessoa que foi muito, mas muito querida ao meu coração.
A separação foi dolorosa, mas cada qual seguiu seu caminho, tropeçando, levantando,seguindo em frente, como diz a canção.
E novamente chorei. Lágrimas sentidas de saudade. Lágrimas de um amor que não retorna mais.
Lágrimas da adolescente, lágrimas da menina que chorava escondida para não rirem dela e nem a maltratarem com apelidos.Lágrimas de um sentimento que vai ficar calado lá bem fundo no coração.
Assim é a vida, ganhos e perdas. Os ganhos são bons, as perdas são dolorosas e o pranto cai, silencioso, molhando a roupa,deixando a marca das lágrimas.
Assim, meu pranto de saudade vai para aquele amor que segue seu caminho em busca da sua espiritualidade.
Um dia, quem sabe, lá no eterno, nos encontremos de novo.
Talvez, se nos for permitido, tocarei em seu rosto,beijarei sua boca e poderei dizer: como foi bom ter-te conhecido.
Saudades, querido. Este poema em prosa dedico a ti.
Maura, aos 28 de setembro de 2012, 16.35h
Itaguaçu, perto do Bar La Piedra. (foto Maura)
Pensa-se na morte, mas não se quer nada com ela, mas ela está aqui, ali, rondando, espreitando todos, jovens, adultos,crianças, bonitos,sarados, artistas, cientistas, todos, todos um dia irão.
Não há como fugir.
Então, há umas três semanas, tomei um choque que custei a me recuperar. Tive a notícia do passamento de uma pessoa que foi muito, mas muito querida ao meu coração.
A separação foi dolorosa, mas cada qual seguiu seu caminho, tropeçando, levantando,seguindo em frente, como diz a canção.
E novamente chorei. Lágrimas sentidas de saudade. Lágrimas de um amor que não retorna mais.
Lágrimas da adolescente, lágrimas da menina que chorava escondida para não rirem dela e nem a maltratarem com apelidos.Lágrimas de um sentimento que vai ficar calado lá bem fundo no coração.
Assim é a vida, ganhos e perdas. Os ganhos são bons, as perdas são dolorosas e o pranto cai, silencioso, molhando a roupa,deixando a marca das lágrimas.
Assim, meu pranto de saudade vai para aquele amor que segue seu caminho em busca da sua espiritualidade.
Um dia, quem sabe, lá no eterno, nos encontremos de novo.
Talvez, se nos for permitido, tocarei em seu rosto,beijarei sua boca e poderei dizer: como foi bom ter-te conhecido.
Saudades, querido. Este poema em prosa dedico a ti.
Maura, aos 28 de setembro de 2012, 16.35h
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Texto retirado do baú
Florianópolis, cercanias da Praça XV de Novembro. Observem a arquitetura que se perdeu.
NO
DIA QUE AMANHECE
Neste
dia que amanhece nesta cidade cosmopolita como é Curitiba, lembranças me vem à mente, coisas agradáveis e até coisas
tristes que procuro esquecer.
Uma
coisa boa de ser lembrada são as reuniões que se processavam na minha casa,
quando morava no centro da capital onde nasci.
A
casa era um pit-stop pra qualquer saída pra festinhas ou bailes.
Uma
batidinha de maracujá habilmente preparada por nossa mãe marcava o início e
prenunciava a noite de sexta, ou Paineiras ou outro lugar qualquer, o que
importava era a turma estar reunida pra conversar, falar sobre o que nos
ligava, - o teatro - , brincar uns com
os outros, falar de futebol – sempre papo Avaí e Figueirense - ou, simplesmente, jogar conversa fora.
Havia
sempre os ensaios, por vezes exaustivos em se tratando de direção de Odilia
Ortiga para, muitas vezes, uma única apresentação no TAC ou no SESC, onde
participávamos do Grupo dos 20. Tantos ensaios para a peça sair perfeita e, na
estréia, sem a presença da diretora, estratégia para a “turma” aprender a andar
com suas próprias pernas.
Após
os ensaios, que tal um cuba, uma cerveja? Claro que um tira-gosto sempre
acompanhava.
Não
declino nomes, pois posso omitir alguém, mas era um grupo misto, com certeza.
Num clima de cordialidade, rapazes e moças sem qualquer outro mote que não o da
amizade, estávamos sempre juntos.
Não
havia telefone em nossa casa, fato que só obtivemos quando fomos para o bairro
Abraão e eu à época trabalhava na companhia telefônica e entrei no plano de
telefones para funcionários---cuja mesma linha possuo até hoje.
Falando
nisso, como os números de telefone foram crescendo à proporção que as linhas se
expandiam! Inicialmente o número do telefone tinha quatro dígitos, hoje, oito e
poderá aumentar dada a demanda.
Pois
bem, não tínhamos telefone, mas estávamos sempre nos comunicando, pois morando
no centro as visitas aconteciam somente pra dar um alô e ver o que faríamos na
semana, pois o estudo e o trabalho – alguns já trabalhavam – vinham em primeiro
lugar.
Ah,
esqueci dos livros! Um amigo do grupo vivia com um livro embaixo do braço, daí o
chamávamos de “suvaco ilustrado”. O cara era um rato de biblioteca. Com ele
procurava saber o que estava sendo lido. Sem TV, sem celular, o livro era um
companheiro inseparável e o é para mim hoje em dia.
Lembro-me
que li obras de Hermann Hesse, Isaac Asimov, George Orwell (pois não é que hoje
ainda se fala da obra dele, “1984”, e como o que está escrito ali se tornou
realidade!), e os autores que escreviam peças de teatro, sempre comentados por
algum do grupo, Neil Simon, Nelson Rodrigues, Samuel Beckett, Tostoi, Oswald de Andrade, George Bernard
Shaw, Ibsen, Bertold Brecht, Sófocles, Martins Pena, Millor Fernandes e tantos
outros que a partir dos anos 60 (do século passado, claro!) faziam a cabeça dos
jovens da capital, aqueles que estavam motivados para tal.
Então,
vivíamos os livros, o teatro, o cinema e, claro, as rodadas com um cuba, uma
cerveja ou, simplesmente, refrigerantes, o que importava é que estávamos unidos,
nas conversas sejam lá em casa ou no barzinho da moda.
As
coisas mudaram, a cidade mudou, o mundo deu muitas voltas.
Observo
que meus sobrinhos mantém suas amizades, tem a sua “galera”, vão às
baladas, mas tenham certeza, amizades como tínhamos e ainda
mantemos, embora só uma grande reunião no fim do ano, - poucos, muito poucos!
É
isso, no dia que já está na metade da manhã, as boas lembranças vieram à mente
e, queridos amigos que lêem estas linhas, como são boas estas lembranças!
Maura
Soares, Curitiba, aos 04 de fevereiro de 2011, 09.45h, hora em que direto no
computador, faço a digressão.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Reflexão de Marcos Bayer
Querido amigo Marcos, aqui está tua reflexão e a carinha do neto, como prometi.
Este blog foi feito para isto: para minhas coisas e de amigos.
beijo grande,
maura
The Grand Son ...
Marcos Bayer Nisto a língua inglesa foi mais feliz do que nenhuma outra, cunhou grandson, o neto. Mas intenso do que isto só no latim, anima, alma que vida dá ao corpo. O grandson é o neto que chega, aos três anos, mais ou menos, vem rindo, com cara de maroto, garoto sapeca, ligeiro e arteiro. Ele não receberá o que recebeu o filho. Nem o cuidado excessivo, nem a exigência demasiada, ou a preocupação exagerada... Ele vem olhando à volta, mirando o horizonte, sabendo que é vida nova, quase consciente do encontro final entre o grand father que parte e ele que inicia... Sem palavras muitas ou explicações definitivas, ambos sabem, pela alma, da vida que cicla... Ele vê um mundo de gigantes, de coisas absurdas, de bichos e aviões, de fantasias complexas e engenhosas... O grand father vê tudo igual, maior, ampliado, vivido e experimentado. Não há mais a necessidade da explicação formal que foi dada aos filhos... Ao neto, o grande filho, apenas o lado incompreensível do Universo... Por isto enxergam as mesmas coisas no horizonte... E riem do que não compreendem... Apenas riem... |
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