Em sua obra “Olhos azuis ao sul do efêmero”, que li duas vezes, do catarinense Emanuel Medeiros Vieira, o autor cita os “500 anos de violência institucional no Brasil” (pag. 234)
“Na colônia, índios escravizados. Palmares arrasado, Felipe dos Santos amarrado a cavalos e esquartejado. Tiradentes enforcado e esquartejado; no Império, Frei Caneca fuzilado,30 mil mortos na Cabanagem, rosários de orelhas de cabanos no pescoço dos soldados; na República Velha, presos degolados na Revolta Federalista, Canudos arrasada, seus prisioneiros degolados, fuzilamento sumário de Rebeldes no Rio de Janeiro e em Santa Catarina durante a Revolta da Armada; no Estado Novo, na Delegacia de Ordem Política e Social, espancamento de presos políticos nos rins e nas solas dos pés com canos de borracha, queimaduras com pontas de cigarro, alfinetes sob as unhas, pedaços de nádegas tirados com maçarico, esponja embebida em mostarda enfiada na vagina das prisioneiras, assassinato; na outra ditadura, prisão,sequestro, bofetão, espancamento, pau de arara, telefone, toalha molhada, quarto escuro, afogamento, choque elétrico, estupro, cassetete no ânus e na vagina,assassinato; na era da Constituição cidadã: Candelária, Carandiru, Eldorado, Corumbiara, Manaus, Diadema,extorsão, tortura, massacre, pena de morte sem julgamento.”
E na escola nos incutiram essa história de que o homem brasileiro é bom.
quarta-feira, 25 de março de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
RETORNO
Faz um ano que não posto nada no meu blog. Muitos emails, postagens e comentarios no facebook, esta ferramenta rápida de comunicação, fizeram com que negligenciasse este meu espaço.
Este sim é o meu canto onde posso expor minhas ideias, postar poemas e textos que me vem por inspiração.
Nesse meio tempo nasceram sobrinhos-netos, o calor infernizou minha vida, pois preferi ler a escrever, ficando com ventilador a me refrescar e a mergulhar nas letras dos romances. Li muito, escrevi não tanto como em outros tempos, mas escrevi.
Então, pra não perder o costume,segue um texto já publicado na Revista Ventos do Sul e em um blog na web,de amigos.
VIAJAR
Este sim é o meu canto onde posso expor minhas ideias, postar poemas e textos que me vem por inspiração.
Nesse meio tempo nasceram sobrinhos-netos, o calor infernizou minha vida, pois preferi ler a escrever, ficando com ventilador a me refrescar e a mergulhar nas letras dos romances. Li muito, escrevi não tanto como em outros tempos, mas escrevi.
Então, pra não perder o costume,segue um texto já publicado na Revista Ventos do Sul e em um blog na web,de amigos.
VIAJAR
Viajar... Sair... Conhecer outros lugares, outras
pessoas, outros olhares, outras paisagens.
Viajar... Sair em busca do desconhecido, pesquisar,
colher informações.
Arrumar as malas, percorrer caminhos antes não
trilhados, observar, reter imagens, desenvolver seu senso crítico na
observação, ver o quanto o homem destruiu o que Deus lhe deixou para se
estabelecer.
Assim somos nós, viajantes em busca do
aprimoramento.
Muitos passam as viagens sem sequer notar a beleza
de uma árvore no caminho, um rio, uma nova ponte.
Viajamos por muitos lugares sem sequer anotarmos um
nome, um endereço, um prato saboroso num restaurante.
Pousamos os olhos, mas a direção do olhar ali no
objeto, no detalhe, não se detém. Simplesmente olhamos.
Viajar não significa somente sair ao ar livre,
deixar o lar, arrumar a mala com as melhores roupas, os mais bonitos
acessórios.
Viajar significa também levar na sua bagagem o que
você tem de bom; levar seu sorriso, seu abraço fraterno, estender as mãos e
cumprimentar, dizer palavras ternas, elogiar.
Viajar significa também deixar lembranças, deixar
seu marco positivo para aqueles que ficaram para trás, - quando você retorna ao
ponto de sua partida - , para também lembrarem de você e do que você deixou
plantado em seus corações.
Viajar e chegar ao lugar desejado, para plantar
naqueles que você encontrar, a semente do amor, da solidariedade, da
compreensão.
Registre sua viagem não só com belas fotos, com
sorrisos, mas plante na sua alma aquilo de bom e de belo que viu, que sentiu.
Assim fazendo, todas as viagens valerão a pena,
mesmo que pequenas coisas inesperadas se interponham em seu caminho.
O importante, ao retornar, será você ter o
sentimento de que tudo o que viu, o que observou, será mais um item para o seu
aperfeiçoamento, para o seu aprendizado.
Viajar é colher sabedoria; é absorver tudo de bom
que a vida tem para lhe dar.
Pense nisso.
MAURA SOARES
Aos 25 de agosto de 2013, 06.00h, manhã
RETORNO
Faz um ano que não posto nada no meu blog. Muitos emails, postagens em facebook, respostas a mensagens, o dia-a-dia, fizeram com que negligenciasse este meu canto.
Este sim, é o meu canto para expor minhas ideias, postar meus poemas, meus textos que saem por inspiração.
Neste meio tempo,criança nasceu na familia, amigos se foram, amores também, ficando a lembrança guardada no fundo do coração.
Então, cá estou novamente.
Coloco então, um texto que escrevi em 2013 e já publicado na Revista Ventos do Sul e também enviei para um blog na web.
Este sim, é o meu canto para expor minhas ideias, postar meus poemas, meus textos que saem por inspiração.
Neste meio tempo,criança nasceu na familia, amigos se foram, amores também, ficando a lembrança guardada no fundo do coração.
Então, cá estou novamente.
Coloco então, um texto que escrevi em 2013 e já publicado na Revista Ventos do Sul e também enviei para um blog na web.
Viajar... Sair... Conhecer outros lugares, outras
pessoas, outros olhares, outras paisagens.
Viajar... Sair em busca do desconhecido, pesquisar,
colher informações.
Arrumar as malas, percorrer caminhos antes não
trilhados, observar, reter imagens, desenvolver seu senso crítico na
observação, ver o quanto o homem destruiu o que Deus lhe deixou para se
estabelecer.
Assim somos nós, viajantes em busca do
aprimoramento.
Muitos passam as viagens sem sequer notar a beleza
de uma árvore no caminho, um rio, uma nova ponte.
Viajamos por muitos lugares sem sequer anotarmos um
nome, um endereço, um prato saboroso num restaurante.
Pousamos os olhos, mas a direção do olhar ali no
objeto, no detalhe, não se detém. Simplesmente olhamos.
Viajar não significa somente sair ao ar livre,
deixar o lar, arrumar a mala com as melhores roupas, os mais bonitos
acessórios.
Viajar significa também levar na sua bagagem o que
você tem de bom; levar seu sorriso, seu abraço fraterno, estender as mãos e
cumprimentar, dizer palavras ternas, elogiar.
Viajar significa também deixar lembranças, deixar
seu marco positivo para aqueles que ficaram para trás, - quando você retorna ao
ponto de sua partida - , para também lembrarem de você e do que você deixou
plantado em seus corações.
Viajar e chegar ao lugar desejado, para plantar
naqueles que você encontrar, a semente do amor, da solidariedade, da
compreensão.
Registre sua viagem não só com belas fotos, com
sorrisos, mas plante na sua alma aquilo de bom e de belo que viu, que sentiu.
Assim fazendo, todas as viagens valerão a pena,
mesmo que pequenas coisas inesperadas se interponham em seu caminho.
O importante, ao retornar, será você ter o
sentimento de que tudo o que viu, o que observou, será mais um item para o seu
aperfeiçoamento, para o seu aprendizado.
Viajar é colher sabedoria; é absorver tudo de bom
que a vida tem para lhe dar.
Pense nisso.
MAURA SOARES
Aos 25 de agosto de 2013, 06.00h, manhã
quinta-feira, 13 de março de 2014
(por
Mia Couto)
Transcrevo o texto de Mia Couto,pseudônimo de António Emilio Leite Couto,biólogo e escritor moçambicano, nascido em Beira e, 5 de julho de 1955.
E é assim,criamos os filhos cheios de cuidados e depois eles não sabem o que fazer da vida.
Mas devemos continuar orientando, dando sim o suporte necessário até que eles possam seguir seus caminhos.
Está à rasca a geração dos pais que
educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de
dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que
nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens
que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca
nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência.
E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido
nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria
significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes
(actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que
foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o
melhor.
Ansiosos por sublimar as suas
próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes:
proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de
sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e
mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel,
depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse.
Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família
continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais
e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase)
tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual
não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com
que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do
custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à
rasca.
Os pais à rasca não vão a um
concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de
música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao
restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país
onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e
vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para
pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus
pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga
a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já
não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não"
que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem
compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque
eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles
querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os
frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais
impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente
qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco
e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona
diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão,
pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
operacional.
Eis uma geração que vai a toda a
parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a
informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de
trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar
por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho
para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à
mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue
mal
a diferença entre emprego e trabalho,
ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro
abundam.
Eis uma geração que, de repente, se
apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar
regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao
muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou
indispensável.
Eis uma geração consumista,
insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser
arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar
demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e
competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e
valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características
não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus
contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca,
como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se
alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus
contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem
bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos,
cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já
estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em
vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos
livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos -
e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta,
imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à
rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o
que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas
para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não
soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre
solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode
assumi-la. Curiosamente,
não é desta culpa maior que os jovens
agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso
falhanço?
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
9º CONCURSO ON-LINE DE POESIAS--II PRÊMIO LICINHO CAMPOS DE POESIAS DE AMOR
RESULTADO DO 9º CONCURSO ON-LINE
II PRÊMIO LICINHO CAMPOS DE POESIAS DE AMOR
PROMOÇÃO DO GRUPO DE POETAS LIVRES
JULHO A SETEMBRO DE 2013
RELATÓRIO DA COMISSÃO AVALIADORA
A
Edição 2013 do 9º CONCURSO ON-LINE – II PRÊMIO LICINHO CAMPOS DE POESIAS DE
AMOR, veiculada pela internet entre os meses de julho a setembro de 2013,
contou com 293 participantes que enviaram 608 poemas. Internautas das seguintes
cidades brasileiras e do exterior compareceram enviando seus poemas de Amor.
Por cidades e estados brasileiros, citamos: ACRE (Rio Branco); ALAGOAS (Maceió);
AMAZONAS (Manaus); BAHIA (Itabuna, Brumado, Salvador, Ilhéus, Barreiras,
Mutuípe, Urandi, Bonito, Euclides da Cunha, Teixeira de Freitas); CEARÁ (Fortaleza,
Juazeiro do Norte); DISTRITO FEDERAL (Brasília); ESPIRITO SANTO (Castelo, Guarapari, Serra,
Cariacica, Linhares, Marataízes); GOIÁS (Goiânia, Campos Belos, Catalão);
MARANHÃO (Arari); MATO GROSSO (Barra das Garças, Várzea Grande);
MATO GROSSO DO SUL (Campo Grande, Dourador); MINAS GERAIS (Carmo da Mata,
Paracatu,Monte Azul, Igarapé, Belo Horizonte, Uberlândia, Betim, Durandi, Governador
Valadares, Baependi, Nova Serrana, Pirapetinga, Pratápolis, Ouro Preto,
Lambari, Contagem); PARÁ (Belém, Mocajuba,
Santa Izabel do Pará, Ananindena); PARAÍBA
(Bayeux, Estação Pilar, João Pessoa, Campina Grande); PARANÁ (Curitiba, Maringá,
Piaçandu, Toledo, Pato Branco, Londrina, Campo Magro, Paranaguá, Foz do Iguaçu,
Colombo); PERNAMBUCO (Lageado, Recife, Ouricuri, Camaragibe, Caruaru, Passira);
PIAUÍ (Picos, Teresina, Campomaior); RIO DE JANEIRO (Guapimirim, Campos dos
Goytacazes, Itaipu-Niterói, Rio, Itaguaí, Valença, Jaqueira, Três Rios,
Petrópolis, Santa Cruz, Jacarepaguá, Teresópolis, Icaraí-Niterói, São Pedro da
Aldeia, Belford Roxo, Vista Alegre, Taquara, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Cabo
Frio); RIO GRANDE DO NORTE (Parazinho, Natal,
Nova Floresta, Floresta); RIO GRANDE DO
SUL (Porto Alegre, São Francisco de Paula, Passo Fundo, São Luiz Gonzaga, Santa
Maria, Gravataí, Santa Rosa, Caxias do Sul, Canoas, Tramandaí, Sant´Ana do
Livramento, Rio Grande, Pelotas); SANTA CATARINA (Itajai, Joinville, Tijucas,
Porto Belo, Florianópolis, Brusque, Blumenau, Criciúma, São Miguel do Oeste,
São José, Jaraguá do Sul, Palhoça, Canelinha);
SÃO PAULO (Paraguaçu Paulista, Sorocaba, Monte Mor, Orlandia, São José
do Rio Preto, Ferraz de Vasconcelos, Ribeirão Pires, Fartura, Santos, Osasco, Mogi
das Cruzes, Santo André, Suzano, Mogi Guaçu, Mairiporã, São José dos Campos, Americo
Brasiliense, Capão Bonito, Sud Mennuci, São Paulo-capital, Americana, Taubaté,
Guarulhos, Piracicaba, Campinas, Araraquara, Itararé, Miracatu, Ribeirão Preto,
Franca, Itupeva). Somente os Estados de Tocantins, Sergipe, Roraima e Rondônia
não participaram. Do exterior participaram: PORTUGAL (Queijas, Leiria, Lagos,
Santiago do Cacém, Odivelas, Ponte de Sôr, Vizela(Braga), Viana do Castelo,
Santo Antonio dos Cavaleiros, Coimbra, Queluz); AÇORES(Ilha Terceira,
Capelas-Ilha de São Miguel); JAPÃO (Saitama); ESPANHA (Madri); U.S.A
(Elizabeth, New Jersey); ITÁLIA (Parma); AFRICA (Maputo, Moçambique).
Os
membros da Comissão Avaliadora Eloah Westphalen Naschenweng, Heralda Victor,
Vera Portela, Zeula Soares, sob a presidência de Maura Soares, leram, cada qual
separadamente, todas as poesias, apresentando as selecionadas aos outros
membros.
Invocando
“A Prece de um Juiz”, do acadêmico Dr. João Alfredo Medeiros Vieira, prece que
já foi traduzida em mais de 45 idiomas que, nos parágrafos finais diz:
“AJUDA-ME, SENHOR!
Quando as minhas horas
se povoarem em sombras; quando as urzes e os cardos do caminho me ferirem os
pés; quando for grande a maldade dos homens; quando as labaredas do ódio
crepitarem e os punhos se erguerem; quando o maquiavelismo e a solércia se insinuarem nos caminhos do Bem e inverterem
as regras da Razão; quando o tentador ofuscar a minha mente e perturbar os meus
sentidos, AJUDA-ME, SENHOR!
Quando me atormentar a
dúvida, ilumina o meu espírito; quando eu vacilar, alenta a minha alma;quando
eu esmorecer, conforta-me; quando eu tropeçar, ampara-me.
E QUANDO UM DIA,
finalmente, eu sucumbir e já então, como réu, comparecer à Tua Augusta Presença
para o último Juízo, olha compassivo para mim. Dita, Senhor,a Tua sentença.
Julga-me como um Deus.
Eu julguei como homem.”
De
posse de todo o material selecionado, os membros da Comissão reuniram-se dia 19
de novembro, leram novamente todos os possíveis vencedores e o resultado, após
exaustiva leitura, foi o seguinte:
PRÊMIO
ESPECIAL, para CARLOS MAURICIO VELOSO CAVALANTI BATISTA, do Rio de Janeiro,
pelo belo conjunto de poesias apresentadas, com a escolha do poema XVI para
publicação na Revista Ventos do Sul. Receberá o Certificado de Prêmio Especial
e um kit de livros.
POEMA
XVI
Quando
partires
Por
favor, apaga o sol
E
desliga a lua.
Avisa
as estrelas:
Já
não são mais necessárias.
Leva-as
todas,são tuas.
Ficarei
Com
a noite nua,
Despida
de tua pele;
E
o dia desabitado,
Sem
tuas mãos,
Que
me despertavam
E
carinhosamente
Entregavam-me
o amanhecer.
CLASSIFICADOS
EM 1º, 2º e 3º LUGARES:
1º
lugar: PAULO FRANCO, de Ribeirão Pires, São Paulo, com SONETO DO AMOR
IMPERFEITO.
SONETO
DO AMOR IMPERFEITO
Não
quero mais buscar o amor perfeito
para
camuflar o sentimento em chama
e
amortecer o que me dói no peito,
a
mesma dor de todo ser que ama.
Que
amar assim, eu sei, não é direito,
pois
todo peito preso nesta trama
adoecido
faz do olhar um leito
pra
adormecer a fonte deste drama.
Vou
procurar amar só o instante
um
amor maior, porém um passageiro
tão
transeunte quanto o amante
que
tenha amores pelo mundo inteiro
e
ao invés da dor o peito sempre cante
o
imperfeito amor que é o verdadeiro.
2º
lugar: LUISA CLARA CARTAXO FRESTA, de Queluz, Portugal, com SONETO DO AMOR NO
FEMININO.
SONETO
DO AMOR NO FEMININO
De
vida eu sou a fonte incubadora
De
amor, de pão, de múltiplos cuidados
Que
contra qualquer força predadora
Se
ergue em mil braços desarmados
Sobrevivo
em meio à tempestade
E
o meu peito é a terra prometida
Onde
a lei da ternura e da verdade
Dança
irmanada com as leis da vida
E
toda a vida só em mim germina
(todos
os homens são meus filhos também
E
há sempre mais amor que se imagina...)
E
em tudo o meu amor vai mais além
Para
lá da força bélica, assassina
Há
sempre uma Mulher que te quer bem!
3º
lugar: FERNANDA DE MELLO VEECK (Fernanda Mellvee),Porto Alegre, Rio Grande do
Sul, com POR FALAR EM AMOR...
POR FALAR EM AMOR...
Quero falar de amor,
não do amor romântico,
cortês e idealizado.
Quero falar do amor sincero e desinteressado.
Falar simplesmente do amor.
O amor puro, realizado.
Quero cantar o amor,
não o amor impossível,
melancólico e alucinado.
Quero cantar o amor alegre e descomplicado.
Cantar somente o amor.
O amor sensato e compartilhado.
Quero escrever sobre o amor,
não sobre o amor comum,
óbvio e entediado,
Quero escrever sobre o amor descontrolado.
Cantar unicamente o amor.
O amor real e apaixonado.
MENÇÃO
HONROSA, para VÓLIA LOUREIRO DO AMARAL LIMA, de João Pessoa, Paraíba, com
AMO-TE.
AMO-TE
Amo-te
com um amor triste,
Que
vive do silêncio da saudade.
Amo-te
com um amor distante,
Que
de ti, guarda apenas a lembrança,
Em
uma foto apagada pelo tempo.
Amo-te
com um amor ausente,
Que
chora no silêncio da madrugada
A
saudade que a falta que teus olhos faz.
Amo-te
com um amor doente,
Que
ama mais a ti do que a mim,
E
faz da existência uma dor frequente.
E
em cada estrela do céu
Vejo
os teus olhos,
Em
cada canção de amor,
Ouço
teu riso,
Em
cada por de Sol
Fica
a saudade e
A
certeza de amar-te,
Por
toda minha vida.
ANDERSON
FABRICIO DA SILVA ERNSEN (Buscador Perdido), de Toledo, Paraná, com ÀS VEZES...
ÀS VEZES...
Às vezes quero te tocar. Sempre quero...
Mas não posso, não me é permitido.
Pois tocar-te é como uma dádiva divina,
Capaz de levar ao Céu aquele que o fizer.
Não mereço o céu...
Às vezes quero te abraçar. Sempre quero...
Mas não posso, não me é permitido.
Pois abraçar-te seria como voar,
Cruzar o firmamento com a sutileza e imponência de uma nuvem.
Não sei voar...
Às vezes quero te falar de amor. Sempre quero...
Mas não posso, não me é permitido.
Pois falar-te de amor é como lutar na guerra,
Com coragem e ousadia, sem medo do desconhecido.
Não sou guerreiro...
Às vezes quero te beijar. Sempre quero...
Mas não posso, não me é permitido.
Pois beijar-te é prova real, final,
De quem for o senhor do teu coração.
Não sou senhor... Sou escravo...
Às vezes quero te olhar. Sempre quero...
Mas...olhar-te eu posso, isso me é permitido.
Pois olhar-te é como uma prova, uma pena,
Que testa minha força, minha paciência, meu sofrimento.
Mas sou forte...
Às vezes.
POEMAS
EM ESPANHOL. Destaque para BIANCA SAMPAIO MORENO, de Copacabana, Rio de
Janeiro, com SI NO SE PUEDE TOCAR
SI
NO SE PUEDE TOCAR
Mil
lenguas no explican el amor,
pero
una si, la soledad.
El
vacío que es esperar sin saber,
la
felicidad que existe en tus ojos.
Los
besos no se pueden dividir,
por
eso la boca es egoísta,
simplesmente
te quiere a ti.
Sino,
¿por qué sonreir?
Si
no fuera tu belleza fatal,
uno
se iba a morir en el oscuro,
por
que si logra mirar al sol,
pero
no a ti, sin desearte.
Está
toda la pasión, el deseo,
pero
no se vê a tu cuerpo caliente.
Este,
se lo puede imaginar,
pero
duele si no se puede tocar.
POEMAS
EM ESPANHOL. Destaque para PABLO GABRIEL RIBEIRO DANIELLI, de Foz do Iguaçu,
Paraná, com SUSURROS.
SUSURROS
Tan hermosa vista que tênia esta noche
Los ángeles vinieron a visitarme
Tan sublime como el sol,
Y una belleza
sin fin.
Me toco y me hizo sonreir
Como en un buen vuelo
Libera mi alma,
Llevar la paz a mi cuerpo.
Ya no me sentia más miedo,
El frio no era parte de mí.
Tal vez un cuerpo se
Lleno de amor.
Y para abrir lós ojos por la mañana
Me senti una fuerte energia
Que emanan de dentro de mi ser,
Era la voz de Dios que me llama a vivir.
POEMAS
EM INGLÊS,destaque para RODRIGO PEREIRA DOS SANTOS, de Lambari,Minas Gerais,
com DEAD DREAM.
DEAD DREAM
It was such a
heavy rain.
It was such a
cold night.
It was such a
long dream.
It was real. I
saw it. I touched it.
But suddenly
I realized it
was pure sheet of paper and ink.
I saw that
archetype of real
Dissolving
itself. Melting, melting…
I have seen
the wet sheet of paper
Screaming and
crying due to
Life within
it.
It was mylife.
The teardrop was mine.
Desperate, I
saw myself to fall apart.
Each detail of
ink was so alive
Each drop of
rain was so cruel.
I saw a dead
sketch.
Beholding with enexplainable pain,
That scene
mane me fall asleep.
I laid down on
the floor flooded by the implacable rain.
But at this
time I could not dream.
Down. Cold.
Nudity of soul.
Painful sleep.
Living nightmare.
Sharp wind.
Falling leaves.
And I was
there. Out of knowledge.
I woke up.
A paper canvas
stood by my side, as white as it can be.
A paint box
and an untouched painter brush.
I took them
all. The artist will paint another dream.
POEMAS
EM INGLÊS, destaque para JÚLIO CÉSAR TEODORO DA SILVA, de Belo Horizonte, Minas
Gerais, com LOVE IS SUCH A HUGE COINCIDENCE.
LOVE IS SUCH A
HUGE COINCIDENCE
There are so
many things
in my heart
now,
and so many
more
I hope can be
someday.
Attraction is
an instinct.
Infatuation,
in other hand,
is a
privilege,
an enthusiasm
that is born with wings
regardless if
it´s unrequited.
But love…
Love is
coincidence.
Love is such a
huge coincidence!
Love is when
you´re the wild goose
who finds the
hunter who was chasing you
through
the wilderness.
ALUNOS
DA PROFESSORA MARIA ANGÉLICA FANTI, da E.E.E.M TUIUTI, Gravataí, Rio Grande do
Sul.
1º
lugar: THAÍS FONTOURA MACIEL, Bairro Bonsucesso, Gravataí, RS, com ORA FOGO ORA
ÁGUA
ORA
FOGO ORA ÁGUA
Seria
desonesta se dissesse que não sinto nada.
Sinto
um sentimento jamais sentido pelos sonhadores.]
Como
fogo, com seus esplendores.
Tanto
calmo quanto perigoso.
Tanto
obscuro quanto formoso.
Tanto
inerte quanto vivo.
Como
fogo de meu amor eu sobrevivo.
Seu
amor é como água.
Tanto
azul quanto transparente.
Imprevisível.
Tanto
fria quanto quente.
Capaz
de fazer meu fogo apagar.
Capaz
de fazer meu coração despertar.
Nosso
amor vai ter as mais complicadas lições, aprender.
Suportar
brigas e mágoas.
E
a mais importante,
Ora
ser fogo ora ser água.
ALUNOS
DA PROFESSORA MARIA ANGÉLICA FANTI, da E.E.E.M TUIUTI, Gravataí, Rio Grande do
Sul.
2º
lugar: MARCELY DIAS PORTO, Bairro Bonsucesso, Gravataí, RS, com BONS TEMPOS...
BONS
TEMPOS...
Nas
colinas lá no campo
logo
cedo de manhã
pela
janela logo vejo
pássaros
cantando
e
flores desabrochando.
Quando
olho uma rosa,
Eu
me lembro de você,
Você
chegava com rosas vermelhas,
me
elogiava e me beijava
intensamente.
Mas
esses bons tempos
já
se foram
e
hoje é assim:
Eu
na solidão e você no meu coração!
ALUNOS
DA PROFESSORA MARIA ANGÉLICA FANTI, da E.E.E.M TUIUTI, Gravataí, Rio Grande do
Sul.
3º
lugar: GÉSSICA LETÍCIA DA SILVA MUNIZ, Bairro Morada do Vale II, Gravataí, RS,
com AMOR.
AMOR
Quando
te vi pela primeira vez
Senti
meu coração palpitar mais forte
E
minhas emoções dispararam
Não
consegui controlar!
Teus
olhos castanhos
Me
hipnotizaram
E
teu sorriso
Me
encantou
O brilho
do teu olhar
Fez
uma flor de amor
Desabrochar
em meu coração
Teu
sorriso
Lembrou-me
o brilho das estrelas
E
teus cabelos
Lembraram-me
o escuro do luar
Gostaria
de saber
Se
ao teu lado posso ficar?
Porque
contigo minha vida estará completa.
ALUNOS
ENVIADOS PELA PROFESSORA MÁRCIA REIS BITTENCOURT, de Canelinha, que é membro
correspondente do GPL.
1º
lugar: PEDRO PAULO GIACOMOSSI, da E.E.B.Profª Olivia Bastos, Tijucas, cursa o
2º ano do Ensino Médio e fazendo Curso Técnico em Redes no SENAI, com EU AS ROSAS E MEU JARDIM.
EU
AS ROSAS E MEU JARDIM
As
rosas como o jardim
Deus
semeou e regou para mim
Assim
saberei ao ver a rosa e o jardim
Que
Ele passou por aqui.
Plantada
em meu jardim
Cuido
com muito amor
Para
que não se afaste de mim.
Tem
horas que paro e me pergunto
O
que seria de mim
Se
todas as rosas morressem,
E
ficasse somente eu e meu jardim?
Não
vou olhar pra trás
Vou
refletir somente em mim
Viverei
uma vida de amor
Só
eu minhas rosas e meu jardim.
ALUNOS
ENVIADOS PELA PROFESSORA MÁRCIA REIS BITTENCOURT, de Canelinha, que é membro
correspondente do GPL.
2º
lugar: LUCAS MANOEL CANDIDO,estuda no 2º ano do Ensino Médio da E.E.B.Profª Olivia Bastos, de Tijucas,SC, com
CARTA QUE EU NÃO MANDEI.
CARTA
QUE EU NÃO MANDEI
Eu
te escrevi a verdade
naquela
carta tão triste
falava
de uma saudade
que
dentro de mim insiste.
Eu
te cantava, benzinho,
de
há muito te queria
E
reclamava dos teus carinhos
Que
muita falta fazia.
Eu
te escrevia com desprezo
Que
essa mágoa nunca seca.
Mas
refleti e rasguei, e na
ânsia
te desejo colocar um longo
beijo
na carta que não mandei...
ALUNOS
ENVIADOS PELA PROFESSORA MÁRCIA REIS BITTENCOURT, de Canelinha, que é membro
correspondente do GPL.
3º
lugar: LUIZ FERNANDO BOAVENTURA, cursa o 2º ano do Ensino Médio na Escola de
Educação Básica Profª Olivia Bastos, de Tijucas, SC, com AMOR.
AMOR
O
amor é um sentimento bom
Mas
que às vezes é ruim.
Porque
uma hora você está feliz
Na
outra não...
Quando
você está apaixonado
Você
fica só pensando naquela pessoa
Você
fica aguardando a hora que vai encontrá-la
De
novo!
Mas
o amor não é só entre homem e mulher
A
pessoa pode amar qualquer coisa
O
amor pode ser familiar, ou um objeto, ou quem sabe um animal.
Mas
o mais importante
É
desejar o bem para quem
Você
ama... Nunca desejar o mal, sempre o
melhor...
E
todos nós precisamos espalhar o amor
Para
que o mundo seja um mundo melhor.
E
que todos nós sejamos contaminados com esse sentimento.
ALUNOS
ENVIADOS PELA PROFESSORA MÁRCIA REIS BITTENCOURT, de Canelinha, que é membro
correspondente do GPL.
MENÇÃO
HONROSA: IURY GONÇALVES, Tijucas, SC, com HOMENAGEM AO MEU AVÔ: MARIO ILSON
GONÇALVES.
A
vida é injusta, mas quem sou eu para falar!
No
dia 05/07/13, morreu o meu maior herói, meu avô.
O
cara que simplesmente me ensinou tudo, desde minha paixão pelo Corinthians, até
fazer meros peixinhos com pedras de rio
O
homem que era o pilar da família. O cara que sempre me apoiou e nunca deixou de
estar comigo nas horas ruins, ou mesmo ficar sentado 6 ou 7 horas em um
campeonato de TKD, me ensinar a empinar pipa ou soltar pião?
Ele
me ensinou de sobra... Os conselhos mais enigmáticos foi ele quem me deu.
Puxa
vida, lá se foi o meu guerreiro, o meu cabeçudo Gonçalves favorito...
O
papai Issinho... De uma hora para outra acabou-se uma vida de um cara que
lutou por tudo, mas principalmente por
sua família.
Sempre
defendendo, brigando, esperneando ou falando para mim que o Tio era chato em
avacalhar com o nosso timão. Sempre falando para eu nem brigar com a mãe porque
ela é esquentadinha, ou me apoiando mesmo eu nem estando 100% certo!!!
Mas o que mais me pesa o coração é não
ter dito pela última vez que eu o amava, que sem ele eu nem vivia e que ele era
o meu segundo pai ou pai duas vezes...
*******
Parecer
final da Comissão Avaliadora:
A
Comissão teve o cuidado em arrumar a colocação correta dos pronomes e ajeitar
versos com uma boa concordância, sobretudo dos alunos.
Recomenda
que os professores de todos os alunos participantes, independente de
classificação ou não, incentivem realmente a leitura, pois quem tem o hábito de
ler sabe escrever, sabe pensar, sabe argumentar e só crescerá com isso.
Falhas
que não precisavam acontecer se cada aluno ou cada internauta adulto tomasse
cuidado com a concordância pronominal e verbal.
A
confusão com “mais”(advérbio, indica aumento, grandeza,
superioridade ou comparação.Ex.: Sem mais nem menos. De mais a mais.)
e “mas”(conjunção, exprime oposição ou restrição; porém, todavia, entretanto,no
entanto, contudo. Ex.: Mas como é que você fala mal de seu amigo?) é
flagrante e foram consertadas para não se perder um poema que na sua essência
estava bom.
É
por este motivo que embora sendo um concurso gratuito não ficando somente com a
entrega de um Certificado, o GPL vai presentear com livro, incentivando a
leitura dos nossos internautas vencedores.
Sugestão
da Comissão: que nos próximos concursos haja uma revisão prévia do poema, eis
que muitos foram eliminados devido ao excesso de erros.
Florianópolis,
19 de novembro de 2013
Comissão
de Avaliação:
Eloah
Westphalen Naschenweng
Heralda
Victor
Vera
Portella
Zeula
Soares
Maura
Soares, presidente da comissão e redatora do Parecer.
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